時間があるうちに起きてください。

Abra seus olhos.

é hora de acordar, minha pequena.

"Quer um lugar mágico, Miska?"

A pergunta veio do nada, rasgando meu transe como um trovão em céu limpo. A figura à minha frente segurava minha mão com uma calma cerimonial, com a solenidade de um ritual antigo. Eu não fazia ideia de onde estava, só sabia que era estranhamente acolhedor. Tinha algo de mágico no ar, uma sensação de que o próprio espaço emanava tranquilidade.

"Acorde, minha criança!"

A voz era doce. Não somente doce no tom, mas na essência. Uma doçura tão intensa que parecia capaz de derreter o ódio do coração mais empedernido.

Me esforcei pra enxergar o rosto da figura, mas o que vi me deixou ainda mais confusa: ela, ou ele, tinha a cabeça de um literal girassol. No centro, onde deveriam estar as flores do disco, havia um olho único, enorme e vivo, que me encarava sem pressa.

As roupas eram, no mínimo, peculiares. Um carnaval de cores, com proporções esquisitas, com a estranheza de figurinos montados às cegas. E pra completar, uma cartola desajeitada, tão colorida quanto o resto. Dava a sensação de que a figura tinha saído direto de um sonho febril.

Mas o que realmente me chamou atenção foi o tamanho dela. Parecia ter, sei lá, uns dois metros e nove? Talvez mais. Era o tipo de presença que fazia você se sentir meio formiga perto de um poste. Malditos postes.

— Ei! Cuidado com o que fala, minha pequena!

Hã?! Pera.

Como assim? Como que... ela ouviu isso? Eu pensei, só pensei! Ela leu minha mente?

— Correto! Você é uma garota inteligente, assim como me disseram que seria!

Tá... isso está definitivamente estranho.

— Quem é você? — perguntei, com a voz mais firme do que eu me sentia, tentando mascarar o tremor nas mãos e no peito. Meus olhos estavam fixos nela, ou naquilo, tentando entender se aquilo tudo era um delírio da minha mente sobrecarregada ou o início de algo da minha cabeça que desafiava qualquer lógica que eu conhecesse.

— Tenho muitos nomes, minha criança... Me chamam de tantas coisas que, no fim das contas, sequer me deixam dizer o único nome pelo qual gostaria de ser chamada. “Monstro”, “Aberração”... Ah, como eles erram, como são bobinhos.

Fiquei em silêncio por um momento.

— Não os culpo, sabe? — ela continuou. — Sempre se assustam quando percebem que sei o que estão pensando. Primeiro vem a confusão, depois, tentam desesperadamente reorganizar os próprios pensamentos, como se pudessem esconder algo de mim.. Eu estou sendo esquisita demais?

— Ehhh, sim.. Definitivamente sim. — admiti, ainda tentando entender se aquilo era real ou algum tipo de sonho lúcido. — Isso é realmente.. estranho!

Ela se ajoelhou com delicadeza até que seu único olho ficasse na altura dos meus. Uma tristeza sutil estava estampada em seu semblante, aparentemente minhas palavras tinham ferido algo dentro dela. Por um segundo, senti culpa. Medo também, claro, mas culpa por talvez ter julgado rápido demais.

Ela estendeu a mão e fez um leve carinho em meu cabelo. Suas luvas tinham um toque surpreendentemente confortável.

— Eu entendo, peço desculpas. Eu não posso controlar isso, mas fico feliz por ter gostado da minha voz. E, por favor, não tema, eu não desejo seu mal.

— É... — murmurei, jogando os braços para baixo como quem aceita um destino inevitável. — Táá bommm..

— Venha. Sente-se comigo, minha pequena.

A figura estava agora sentada em um dos assentos próximos à janela, como se sempre tivesse estado ali. Bateu suavemente duas vezes sobre as pernas, convidando-me a me aproximar. Eu nem quis me perguntar como ela conseguira se mover até lá tão rápido, parte de mim sabia que tentar entender aquilo só faria minha cabeça explodir.

Passei a mão devagar sobre o meu próprio braço, hesitante. Havia uma parte de mim que gritava para não confiar, que dizia para correr. Mas havia outra... que sussurrava para eu ficar.

— Vamos, não seja tímida, minha criança. — disse ela, com a mesma voz que parecia ter sido moldada para acalmar tormentas internas.

"..."

"Tá bom..."

Caminhei até o assento onde ela me esperava e, com um leve tremor no corpo, me sentei em seu colo. Havia algo de reconfortante ali, um calor silencioso que me envolveu no instante em que ela passou um dos braços ao redor de mim. Com a outra mão, começou a afagar meu cabelo com movimentos lentos e contínuos.


Era estranho. Mas era bom.

Eu me sentia confortável, de alguma maneira.

Eu me sentia protegida, de alguma maneira.

Eu fechei meus olhos, isso era bom.


— Você é doce, minha criança. Mais doce do que qualquer um que já passou por aqui. — A voz da figura ressoava suave, quase como uma melodia abafada. — Me fascina o fato de você não ter fugido, nem tentado algo tolo ou desesperado.

Abri um dos olhos, lentamente, como quem desperta de um sonho, ou afunda ainda mais nele, e busquei o rosto dela com o olhar.

— E como é que alguém conseguiria correr de você...? — sussurrei. — Você é tão protetora.

Ela sorriu.

— Ah... As crianças de hoje em dia são só um pouco malcriadinhas demais. — disse com um certo desdém bem-humorado.

Não era exatamente a resposta mais esclarecedora do mundo, mas por algum motivo, aquilo me bastava.

Ela me olhou com um brilho maroto no único olho visível, como quem acaba de lembrar de algo divertido.

— Oh, sua boba, já tentou olhar ao redor?

Agora que ela disse... não. Eu não tinha. Ugh, como eu sou lesada.

Ela percebeu minha expressão envergonhada e soltou uma risada leve.

— Não se preocupe, você tem todo o tempo do mundo pra explorar! Sem pressa!

Então, pela primeira vez desde que cheguei ali, eu realmente olhei.

O ambiente lembrava uma pizzaria antiga, daquelas pensadas para entreter crianças, com um toque nostálgico e mágico. O espaço era incrivelmente bem cuidado, com uma arquitetura que mesclava o lúdico ao sofisticado. Tudo ali parecia ter sido planejado não só para agradar os pequenos, mas também para despertar alguma memória esquecida nos adultos. Era como entrar em um sonho embalado por cheiros de infância e luzes suaves.

Virei o rosto para a janela à nossa direita. Do lado de fora, um mar de nuvens reais deslizava com uma velocidade que desafiava a lógica. Dando uma vívida sensação de que estávamos voando, ou flutuando. Estamos no céu?

Mas ela, como sempre, me ouviu.

— Nunca viu nuvens assim na sua realidade, né?

— Minha realidade...? — repeti, confusa, sentindo o turbilhão retornar à minha mente. — Que realidade? Do que você tá falando?

Ela então se moveu com a mesma delicadeza silenciosa de antes. Me envolveu com os braços e, com um gesto ritualístico, ergueu-me suavemente do seu colo. Em seguida, me colocou de pé no chão, como quem prepara alguém para caminhar sozinha pela primeira vez.

— Correto, Miska! Me dê a mão. Vamos caminhar um pouco. — disse ela, estendendo os dedos em minha direção com um gesto que mesclava leveza e autoridade.

Sem hesitar, aceitei o convite e entrelacei minha mão na dela.

Começamos a caminhar por aquele espaço peculiar, uma pizzaria que, a cada passo, revelava-se mais estranha... e surpreendentemente bela.

Meus olhos não conseguiam se fixar por muito tempo em um só lugar; havia sempre algo novo a ser notado. O ambiente parecia crescer na medida em que o explorávamos, uma expansão contínua que acompanhava nosso desejo de descobrir.

O foco, no entanto, não era o tamanho absurdo do lugar, ainda que ele parecesse se multiplicar diante de nós, mas sim o seu encanto quase hipnótico.

Lustres antigos pendiam do teto alto, espalhando uma luz dourada e suave que parecia dançar no ar. As paredes, de um branco levemente envelhecido, eram adornadas com desenhos que remetiam à infância: uns rabiscados com a inocência caótica de uma criança, outros incrivelmente bem elaborados, com a maestria de quem manteve viva a lembrança de como era ser pequeno. Havia uma atmosfera de nostalgia viva ali, com a atmosfera a exalar histórias e saudades.

À esquerda, uma grande cozinha aberta chamou minha atenção. Três figuras movimentavam-se por lá com gestos teatrais e entusiasmados, os pizzaiolos, presumi. Eles trajavam fantasias de palhaço no estilo clássico, mas o que os diferenciava eram as paletas de cores de cada um.

As cores do primeiro pizzaiolo era uma mistura mágica entre o verde e o amarelo.

Já as do segundo, uma mistura bela entre o rosa e o roxo escuro.

Já as do terceiro, uma mistura morta entre o preto e o branco.

Quando nos avistaram, os três interromperam suas tarefas e, de forma quase coreografada, embora visivelmente atrapalhada, assumiram uma pose de continência, voltada claramente para a figura ao meu lado.

"Ao seu dispor!"

"Senhora Somnia, bem vinda de volta, senhora!"

"A bunda da Melanora tá pegando fogo."

Silêncio.

Um silêncio tão abrupto que parecia ter havido um vácuo.

As expressões dos outros dois mudaram num piscar de olhos, do profissionalismo cerimonial ao pânico desordenado. Foi só então que percebi: sim, de fato, havia uma pequena chama bailando na parte de trás do figurino de Melanora, tal qual o próprio figurino houvesse escolhido incendiar-se.

Sem hesitar, os três se agruparam em círculo, murmurando entre si como cientistas diante de uma catástrofe química iminente.

— Muito bem, gente! Atenção!..

— Estamos em meio de uma situação..

— ...Muito perigosa de..

IN CEN DIO!!!


Os três gritaram em um conjunto melodioso.

— E, em momentos perigosos como esse, sabem o que devemos fazer? — perguntou o primeiro pizzaiolo, com um brilho teatral no olhar, com a dramaticidade de quem vai revelar um segredo milenar.

— Jogar a culpa em quem fez o erro? — sugeriu o segundo, sem hesitar.

— Extintor de incêndio? — arriscou o terceiro, mais prático, enquanto a fumacinha começava a se intensificar.

O pizzaiolo de verde e amarelo soltou uma gargalhada vibrante, cheia de ironia e drama, com uma performance digna de teatro Broadway.

— Tolos! É claro que não! Tá... embora a segunda opção seja tecnicamente aceitável! — disse ele, apontando casualmente para o extintor que ninguém parecia disposto a usar. — Mas não, meus caros, o que fazemos é simples: nós entramos em...

PÂNICO!


E foi exatamente o que fizeram. Sem mais nem menos, os três palhaços culinários começaram a correr desordenadamente pelo salão como personagens saídos de um desenho animado dos anos 30. Pulavam em mesas, giravam bandejas no ar, tropeçavam nos próprios pés enquanto gritavam de maneira completamente exagerada.

Tentavam apagar o fogo nas calças de Melanora com guardanapos, borrifadores de perfume e até uma fatia de pizza, todas tentativas gloriosamente inúteis.

Era tão ridículo que eu não consegui conter o riso. A fisicalidade deles era hilária — desproporcional, exagerada, quase de borracha — como se a gravidade ali tivesse regras próprias e todas tivessem sido escritas por um roteirista com senso de humor caótico.

— Basta! — exclamou Somnia, com a autoridade calma de quem já viu o mundo acabar várias vezes e sempre achou tudo muito barulhento.

Ela bateu duas palmas, secas e precisas.

Instantaneamente, os três pizzaiolos congelaram em sincronia absoluta e voltaram à posição de continência, como marionetes puxadas por uma só corda. O cheiro de tecido chamuscado ainda pairava no ar, mas o caos havia sido neutralizado com uma elegância quase mágica.

— Não se preocupe, doce Melanora. Eu cuidarei disso pessoalmente! — disse Somnia, com uma suavidade gentil, enquanto estendia uma das mãos, agora envolta por uma aura de brilho opalescente. — Felisara, Devano, por favor, mostrem o restante do lugar para nossa convidada Miska. Aproveitem para entretê-la! — completou, olhando para mim com um sorriso que misturava mistério e ternura.

— Deiiiixaaaaa com a genteeeeee!

Responderam os dois em coro, em um tom animado e melódico com naturalidade absoluta, ignorando completamente o caos recente.

Num piscar de olhos, eles estavam ao meu lado, um de cada lado, cada um passando um braço exageradamente comprido por trás do meu pescoço. Seus sorrisos eram tão radiantes que pareciam emanar pura alegria, sorrisos largos demais para rostos tão pequenos, como caricaturas vivas da felicidade descontrolada.

— Aqui, minha amiga! Vem com a gente! — exclamou Felisara, em um entusiasmo tão brilhante que parecia pulsar em ondas coloridas ao seu redor.

Antes que eu pudesse processar o convite, ele já agarrava meu braço com uma animação infantil e começava a me puxar com pressa, como alguém correndo contra o tempo para não perder a abertura de um show.

— A-Ah! Tááááá bom, calma aíííí! — protestei, tentando acompanhar o ritmo acelerado da criatura saltitante. Minhas pernas mal conseguiam manter o equilíbrio, e minha mente, menos ainda. — Deixa eu... me recompor, pelo amor!

— Aiiii, eu tô tão feliz! — disse Felisara, sua voz vibrando como um xilofone alegre. — Ver alguém novo por aqui é um evento raro! Você vai amar esse lugar, prometo!

Antes que eu pudesse soltar um único suspiro, Devano apareceu do lado oposto e agarrou meu outro braço, claramente empolgado.

— Ô CARAL█̷̸̷̨͍̥̥͕̰͈̖̋̋ͬ͆͌̀̎́́́͝͞ͅ█̸̶̢̢̘̦͈̺̞̫͖̟̈́̌͒̓ͤ̄ͪͭ͘̕͟͡█̅ͥ́̓ͩ̓̈́̚҉̀́̀̕͠͏͏̯̟̥̜̖̖̤̣█̷̴̨͓̺͉͎͖͎̤̮ͮͣ̒ͨͯ̉͌́̚͟͢͢͡█̷̸̷̨͍̥̥͕̰͈̖̋̋ͬ͆͌̀̎́́́͝͞ͅ█̸̶̢̢̘̦͈̺̞̫͖̟̈́̌͒̓ͤ̄ͪͭ͘̕͟͡█̅ͥ́̓ͩ̓̈́̚҉̀́̀̕͠͏͏̯̟̥̜̖̖̤̣█̷̴̨͓̺͉͎͖͎̤̮ͮͣ̒ͨͯ̉͌́̚͟͢͢͡ CALMA!.. — Eu fico confusa no mesmo instante — Pera.. o que que..?

O som da minha voz foi interrompido, engolido por um glitch estranho, parecia que alguém tinha pressionado o botão de censura dentro da minha garganta. Por um segundo, tudo pareceu dar tela azul na minha cabeça.

— O que foi isso? Um sistema de censura? Sério?

Felisara e Devano pararam de imediato. Seus rostos, antes exuberantes, se contorceram em expressões de puro horror, numa reação que parecia até que eu havia cruzado um limite primordial.

— Epa! Calminha com o vocabulário, minha flor! — disse Felisara, dando um passo cauteloso para trás.

— Hmm? O que foi? Foi só um palavrão, por█̷̵̨̛̏̄͗͂͑͌͗̍͏͏͉̲̪̹͉̮̳̼͢͠█̶̵̶͛̌̔̔͛͌ͥ̓̀͝͝͝҉̺̩̤̝̺̩͈̬█̸̨̛͔̰̘̰̻̫̦̗̔ͤͤ̒̒̎ͫͯ͘͜͜͞͠ — De novo, que droga!

A censura me interrompeu de novo, dessa vez ainda mais abrupta e intensa, numa contração atmosférica que parecia motivada pelo pânico das minhas palavras. Um zumbido quase inaudível cortou o ar, e por um momento tive a impressão de que o lugar inteiro havia ficado mais escuro.

Felisara soltou meu braço, trêmulo. Devano fez o mesmo, mas continuou me encarando, com um olhar analítico que pesava minhas intenções. A atmosfera, antes brincalhona e excêntrica, agora parecia... tensa.

Eles não pareciam apenas assustados. Pareciam aterrorizados.

— Ei... o que foi? — perguntei, hesitante. — Não é só uma palavra? Qual o problema real com—

Devano deu quatro passos lentos em minha direção. Ele parou bem na minha frente, e seu olhar, antes cheio de vida, estava mortalmente sério. Havia uma sombra em seus olhos que não se forma com ausência de luz, mas com excesso de memória.

Com mãos cuidadosas, quase reverentes, ele estendeu o braço e segurou suavemente meu queixo, levantando meu rosto com a intenção de acessar camadas mais profundas do meu ser, ver algo além dos meus olhos.

— O-Olha… — Devano gaguejou, a voz embargada por uma urgência. — Não repita mais isso.

— Mas... como assim?! — rebati, a confusão escorrendo pela minha voz. — O que está acontecendo aqui? Por que tanto medo de uma simples palavra?

— Miska...

Felisara se aproximou em silêncio, seus passos leves contrastando com o peso em seu semblante. Não era mais só susto, mas uma decepção contida de quem testemunha uma ignorância profana.

— É melhor nos escutar. — disse ela, com firmeza velada. — Não diga esse tipo de coisa, não nesse lugar. Só... confie na gente, tá bom? Vai ser melhor para todos nós.

Os dois me deram as costas em sincronia quase coreografada, voltando a andar com uma naturalidade estranha. O clima sombrio que os havia envolvido segundos antes dissipou-se de forma abrupta, substituído por uma euforia teatral.

— Ééé! — gritou Devano, virando o rosto para mim com um sorriso largo demais para ser confortável. — Ela odeeeeeeeeeeeeia crianças malcriadas, Miska! Agora vem com a gente! Que tal brincar um pouco, hein?

Eu os segui, entregando meu caminho para eles a fim de desvendar esse lugar misterioso, mas também belo.. Mas, ela quem? A Figura? Ela seria capaz de algum mal?

Bom, depois eu vejo sobre isso.. POR QUE EU BATI MINHA CABEÇA NA CACEd̴̴̡̡̲̻̟̞͕̟̟̮̈́́͂ͮͣ̔̉ͪ͟͡͞͝ȧ̴̓ͭ́ͬ͌ͪ̚҉͟͏̝͈̩͙̰̞͍͚́͟͞͞ş̴̴̾͊̉̔͗ͩͬ͂́͡͝͏̵̺͍̞͖̖̯̟̝k̵̀̽͛ͨͮ̾ͫ͑̕͞͠͞҉̢҉͔͎̯̬̫̯͓ͅḍ̶̵̨̢̳̟͚͔̬̼̉͆̒ͣͧ͌͗̾͘͘͘͟ͅñ̸́̾ͨ́̒ͬ̎͏͟͜҉̸̷̢̬̬̥̼̟͚͔͎â̷̗̮͖̣͙͇͉̠̑̾́̀ͮ̆́̚͘͜͜͜͞͞ş̵̨̛͈̪̳̯̣̲͔̺̌̅͊̊ͤͬͣ͂̀͘͟͞d̸̵̴̡̨̢̮͔̰͙̞̣͉̮͆͂̆̐̆͒ͭ̚͠͡k̍ͪͬͮ̑̎ͭ̀͡҉̵͖̮̦̮̖͕̪́͟͜͡͝ͅj̸̡̮͇̥͎̺̰̰̩̄͊̐͆ͮ͂͂̚͘͠͡͞͠͞a̵̶̷̛̛̹͍̟̞̖͇̪̠͗̓́̉̌ͦ̉̚͟͜͞š̨̏̌ͭ̇́ͫ̅͟҉̴̵̸͓̮͖͎͈̦͙̜́͢ņ̴̡̛͇̰͕̹̭̤̩͙͗̓͐ͭ̌̑̅̇̀̕͘͝k̶̢̢̍̓̀͋ͨ̎ͨ̾͞҉̷̗̟̼̮͍͙͎̳͢͝dͬ̄̐̉ͦ̌̑̍͡͏̸̵̨̧͎̠̦̦̺̦͉͙̀͜ DA PAREDE! QUE DOOOOOOOOOOR!

Hum, e eles ainda riem.. Eu vou matar um por um.